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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Le Marais

Gostei tanto do Marais, das suas ruas estreitas, dos seus bares, restaurantes e cafés, dos seus museus, das suas galerias de arte. Mas o que mais me agrada é o ambiente deste bairro. Um ambiente descontraído e jovem, ao mesmo tempo intelectual e boêmio. Como passei um dia inteirinho no Marais, conheci também seus habitantes, todos um pouco excêntricos, vários artistas e músicos e muitos arquitetos

A rua Rosiers já passou por uma fase chic quando, nos anos 1980 e 1990, L’Éclaireur, uma das melhores multimarcas de Paris, estava instalada na frente de Lolita Lempicka, a estilista de maravilhosos vestidos para festas e vestidos de noiva. Eu fiquei bobo com tanto estilo, em uma das esquinas desta pequena rua de apenas três quadras. Maravilhoso...


A nova loja Adidas em Paris, atraindo muitos turistas. Inclusive até eu fiz umas comprinhas lá , de tão legal e esportiva a franquia.


Eu considerei a Place des Vosges essa foto ai em cima, situada no Marais, como uma das mais bonitas de Paris. Em comparação com a Place de la Concorde ela é pequena, com imóveis residenciais de tijolos vermelhos , tetos pontudos de ardósia e no centro um jardim com estátuas e fontes.
 



Viva o Le Marais, lembram daquela musiquinha ''eu sou pobre,pobre,pobre de Marais, Marais, eu sou rico,rico... '' Vem desse bairro aí que antes ele era um bairro do subúrbio parisiense e hoje é descoladissímo. Fica a Dica.

Igor Leite
Direto de Paris

quinta-feira, 27 de maio de 2010

YSL em Paris

Maravilhosa a exposição retrospectiva de Yves Saint Laurent no Petit Palais em Paris, que reúne mais de 300 modelos deste grande criador do século XX. Ela vai desde sua 1ª silhueta inovadora pra Dior, passando pelo caban, pela saharianne e pelo smoking (um paredão com mais de 40 versões) e revelando sua polêmica coleção dos anos 80 associada a 2ª Guerra Mundial. Pela 1ª vez, todas as fotos do nu de YSL por Jeanlup Stieff estão expostas. Duas salas são de tirar o fôlego: o salão de baile com os vestidos de alta-costura mais impressionantes (e um painel fotográfico com a cenas do baile de “O Leopardo“, de Luchino Visconti) e a sala de arte que reúne sua interpretação de trabalhos de Mondrian, Picasso e Van Gogh.



Além de vídeos reveladores, a expô termina numa sala que reúne todas as amostras de cores arquivadas por ele com seus respectivos tecidos – uma composição que se transforma em uma obra de arte em si! Ela abriu no dia 11/03 e vai até 29/08. Se passar pela cidade, tem que ir!






Igor Leite, direto de Paris

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Promoção: Souvenirs


Estávamos em Paris mas não esquecemos de vocês, chuchus !!!

Então trouxemos uma Tshirt ''I Love Paris'', chocolates do Quartier Latim e uma Torre Eiffel como chaveiro.

Para ganhar?

Basta falar um ponto turístico de Paris, e dos corretos será sorteado somente um. Ok?...Essa semaninha vamos falar horrores de coisinhas legais que vimos lá... Paris é maravilhoso.

1,2,3..JÁ...

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Paris #por elas 2

Ha pedidos, nossa segunda remessa de mundoposetes que respiram a cidade luz...Il sauve Paris!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Paris #por elas


E qual a duvida para conhecer paris, agora? aproveita o inicio da primavera europeu e voa, só torce para não ter vulcão atrapalhão não é? Nas fotos nossas fofas Mundoposetes...

sábado, 27 de março de 2010

Mano : Cladestino

Mano Chao (Paris, 26 de junho de 1961), cujo nome completo é Jose-Manuel Thomas Arthur Chao é um músico francês.Algumas vezes usou o pseudônimo Oscar Tramor. Seu pai é um conhecido escritor galego, Ramón Chao. Manu cresceu bilíngue, influenciado pela crescente cena punk que se desenvolvia na França. Na adolescência, chegou a tocar em algumas formações, incluindo o grupo rockabilly Hot Pants, que foi bem recebido pela crítica, mas não teve muita repercussão. Manu Chao ao vivo em Gijón, AsturiasApós desistir do Hot Pants, Manu montou o Mano Negra, uma banda eclética com influências de música francesa, espanhola, além da forte presença do punk via The Clash. O nome é uma homenagem a uma organização anarquista que operava na Espanha na época. O primeiro single do Mano Negra foi Mala Vida, e seu grande sucesso na França rendeu ao grupo um contrato com a gravadora Virgin.Em 1992, o Mano Negra fez uma turnê pela América Latina.
Mas não foi uma turnê comum: os integrantes da banda viajavam de barco, ao lado de atores e de um circo, tocando em cidades portuárias ao longo de toda a costa do continente. Um dos momentos mais marcantes aconteceu no Rio de Janeiro, durante a convenção mundial Eco 92: na Praça dos Arcos da Lapa, o Mano Negra fez um show que contou com a participação de Jello Biafra, da banda estadunidense Dead Kennedys
Em 1995, o Mano Negra mudou-se para a Espanha, onde Manu montou um projeto paralelo, o Radio Bemba Sound System, junto com outros integrantes. Essa mistura causou atritos internos, o que levou ao fim do Mano Negra.

Sem banda, Manu voltou para a América do Sul e passou os anos que se seguiram viajando com seu violão e gravando apenas ocasionalmente, sem compromisso. O resultado musical de suas viagens, o disco Clandestino, foi lançado em 1998. A repercussão inicial foi tímida, mas Clandestino acabou sendo um grande sucesso na França e na América Latina (em especial no Brasil), apesar de suas letras serem uma mistura de inglês, francês, espanhol, galego e português. Músicas como Desaparecido e a faixa-título tocaram nas rádios brasileiras e tiveram ótima repercussão.

Em 2000, Manu Chao participou do Free Jazz Festival, fazendo shows bem-sucedidos e presenciados, no Rio de Janeiro, por Caetano Veloso e vários artistas brasileiros. Em junho de 2001, o cantor lançou seu segundo disco, Proxima Estacion: Esperanza, com mais influências de música caribenha. Em 2005, gravou a música Soledad Cidadão, numa participação especial para Os Paralamas do Sucesso. Para além disso, Chao gravou o tema Me Llaman Calle, tema esse que é a música principal do filme `Princesas´



quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Brigitte

Acontece hoje (08.12), em São Paulo, a abertura (só para convidados) da Mostra Brigitte Bardot. São 15 imagens clicadas pelo fotógrafo italiano Marcello Geppetti, amigo da atriz e uma das inspirações de Federico Fellini para o paparazzo Marcello, de A doce vida, e precursor do termo usado até hoje.
A exposição é uma homenagem aos 75 anos da atriz francesa e faz parte das comemorações do Ano da França no Brasil. Todas as fotografias estarão à venda por valores que variam de R$ 8 mil a R$ 14 mil.

Exposição Brigitte Bardot
De 09 a 23.12. Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábados, das 10h às 14h.
Galeria Lourdina Jean Rabieh: al. Gabriel Monteiro da Silva, 147,
Jardim Paulistano, São Paulo – SP.
Tel. 11-3062 7173.



 
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